Eloy Fritsch

Instrumentos

Teclados Eletrônicos

Equipamentos

Tokai – TX-5 DS Plus, Pedaleira MIDI Tokai PD-2, Labolida – Nano1, Labolida Pico4, Estante para teclados Saty.

Background

Eloy F. Fritsch (Caxias do Sul, 01/03/1968)

É compositor, tecladista e o fundador da banda de rock progressivo Apocalypse. Dedicou grande parte de sua vida ao Apocalypse, compondo um vasto repertório de rock progressivo e colaborando para o crescimento musical da banda. Estudou piano, sintetizadores, violoncelo, canto, violão, composição e computação musical. Além de lançar CDs na Europa e realizar concertos de rock progressivo com a banda, Fritsch é  professor de música na Universidade desde 1999, onde atua como compositor/pesquisador e coordenador do Centro de Música Eletrônica do Instituto de Artes da UFRGS. Compôs trilhas para teatro, cinema, vinhetas de televisão e documentário. Possui 11 CDs de música instrumental lançados (www.ef.mus.br) e participação em várias coletâneas internacionais. Recebeu o prêmio de melhor instrumentista no FestPop, em 1991. Foi escolhido ainda como o melhor tecladista de rock progressivo do Brasil por quatro vezes em eleição realizada pelo site Rock Progressivo Brasil (www.rockprogressivo.com.br). Além disso, foi escolhido o melhor tecladista do festival ProgDay em 1999, quando o Apocalypse gravou seu álbum duplo ao vivo nos Estados Unidos. Fritsch já foi matéria de página inteira na revista “Keyboard” americana, da revista eletrônica Teclas e Afins e destaque nas revistas “Música & Tecnologia”, “Cover Teclado”, “21st Century Music”, “Teclado & Áudio” e “E-dition”. Em 2008 lançou o livro e o DVD Música Eletrônica – Uma Introdução Ilustrada pela Editora da UFRGS. Após várias indicações como melhor compositor, em 2009 recebe o maior prêmio da música no Rio Grande do Sul - Troféu Açorianos de Música - Menção Honrosa. Em 2012 recebe novamente o Prêmio Açorianos juntamente com os colegas de banda pelos 25 anos do Apocalypse. 

Rainer Der Schlagzeuger

Instrumentos

Bateria

Background

Rainer  vem de uma família musical: sua mãe foi cantora lírica e tocava piano; seus tios tocavam violão ou piano e todos cantavam em corais e nos encontros familiares. Logo despertou para a música pop através dos Beatles, colecionando todos os LPs possíveis. Olhava com interesse tudo o que passava na televisão em relação aos grupos de rock dos anos 70, nos tempos em que não havia ainda o conceito de videoclip. Cresceu ouvindo Yes, Focus, ELP, Genesis, Led Zeppelin e Deep Purple, dentre outros. No início dos anos 80, ele e seu irmão guitarrista resolveram montar uma banda de rock progressivo chamada Ritual, nome inspirado em uma música da banda inglesa Yes. Após alguns anos e alguns baixistas depois, a banda mudou de nome para Cinema, novamente influenciada por uma música do Yes. Por volta desta época, em meados dos anos 80, começou seus estudos teóricos com o professor e grande baterista Kiko Freitas. Ao longo dos anos seguintes estudou com os professores Marcelo Freitas, Daniel Lima (percussionista da OSPA) e Vaney Bertotto.  Participou de festivais como Skol Rock Festival e Circuito de Rock. Dividiu palcos com Barão Vermelho, Raimundos e Eng Haw, dentre outros. Tocou em quase todos locais de música ao vivo de Porto Alegre, tais como Dado Tambor, Bar Opinião, Gigantinho, Garagem Hermética, O Beco e outros. Excursionou pelo sul do país, principalmente Rio Grande do Sul e Santa Catarina. Recentemente fez parte do Coro Sinfônico da OSPA, cantando no naipe dos baixos. Participou de algumas apresentações com a Apocalypse, como no show de lançamento do Box-Set de 25 anos da banda na Feira do Livro de Porto Alegre (2011)  e também com o tecladista Eloy Fritsch na Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) no evento de lançamento da Cátedra UNESCO / UFRGS (2012).  Fechando um ciclo e iniciando outro em sua biografia, estreiou como músico fixo da Apocalypse abrindo para aquela banda que o influenciou desde o começo: YES, no Teatro Araújo Vianna de Porto Alegre em 26 de maio de 2013. 

Gustavo Demarchi

Instrumentos

Vocal, violão e flauta

Background

Gustavo Scussel Demarchi (Porto Alegre, 01/05/1975)

Iniciou sua carreira musical como vocalista e baixista de bandas pop/rock aos 12 anos. Profundamente influenciado pelos grandes vocalistas dos anos 70 (principalmente David Coverdale e Glenn Hughes), aos 18 começa a ter aulas de canto lírico que se estendem por vários anos. A partir de 97, após uma temporada morando nos EUA, volta ao Brasil, onde começa a desenvolver trabalhos para áudio publicitário cantando em jingles e vinhetas (sendo a mais famosa, uma vinheta para a Rádio Cidade, de Porto Alegre, RS). Em 98, é um dos finalistas no concurso Marillion Karaoke Contest, organizado pela banda inglesa Marillion, onde participa com versões para “Cover My Eyes”, “No One Can”, “Beautiful” e “These Chains”. Gustavo torna-se um dos vocalistas de hard rock mais conhecidos da região graças a seus trabalhos junto a várias bandas do estilo, entre elas a The Wise, que também contava com o baixista Magoo Wise, onde permaneceria entre 1998 e 2003. A partir de 1999, destaca-se também no circuito progressivo local, como vocalista da banda Cinema Show, através dos shows do “Genesis Tribute Project”, tributo à banda de Phil Collins e Peter Gabriel. A estréia desse projeto se dá no Segundo Festival de Rock Progressivo do RS, no Auditório Araújo Vianna, abrindo para a banda Apocalypse, recém-egressa de sua turnê pelos EUA. Em 2004, assume os vocais da banda Apocalypse, gravando o EP “Magic” e partindo para um novo direcionamento, adotando o inglês como língua principal nas composições da banda. Gustavo compôs a suíte The Bridge of Light para o novo álbum do Apocalypse adicionando a flauta no novo trabalho. Em 2012 recebeu o Prêmio Açorianos de Música - Menção Especial juntamente com seus colegas de banda pelos 25 anos de Apocalypse. 

Ruy Fritsch

Instrumentos

Guitarras

Background

Ruy Fritsch (Caxias do Sul, 29/12/1969)

Iniciou seus estudos em violão clássico e guitarra elétrica na década de oitenta. Incentivado por amigos e seu irmão Eloy Fritsch, comprou sua primeira guitarra e entrou para o Apocalypse em 1984, ano em que se apresentou com a banda pela primeira vez no 1º Ópera Rock. Dono de uma técnica apurada, com grande destreza na realização de rápidos arpejos e melodias, é influenciado por guitarristas do rock progressivo. Ruy Fritsch compõe e arranja as linhas de guitarra e realiza duetos com os teclados em várias músicas do Apocalypse. Após sair da banda em 1988 para realizar outros projetos musicais, retornou em 1992 em grande estilo, contribuindo para o sucesso do álbum “Perto do Amanhecer”. A partir daí, desempenhou importante papel nas produções e criações da banda, demonstrando um estilo próprio que reúne elementos da música barroca, blues e rock. Participou de todos os CDs do Apocalypse, tendo tocado em todas as principais apresentações do conjunto, como Planeta Atlântida, Festivais de Rock Progressivo, Rio Art Rock Festival, ProgDay 99, etc. Gravou os DVDs Live in Rio e o The Bridge of Light. Em 2012 recebeu o Prêmio Açorianos de Música - Menção Especial juntamente com seus colegas de banda pelos 25 anos de Apocalypse. 

Daniel Motta

Instrumentos

Baixo

Background

 Daniel começou seus estudos de música aos 13 anos, quando aprendeu a tocar violão e baixo. Atuou como baixista em bandas de rock durante shows e festivais colegiais ainda na adolescência. O Rock Progressivo foi a maior influência no aprendizado do instrumento. Após voltar de um período morando e viajando no exterior ingressou no Apocalypse em maio de 2014. Influências: Rush, Dream Theater, Yes, Genesis, Jethro Tull, The Who, Primus, Beatles.  


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